Estudo aponta relação entre fissura labial e vírus zika

Estudo aponta relação entre fissura labial e vírus zika

Casos foram registrados em bebês que tiveram mães contaminadas pelo vírus no Maranhão

O vírus zika pode ser a responsável por fissuras labiais em bebês. Esta foi a hipótese levantada por pesquisadores da Faculdade de Odontologia da USP (Universidade de São Paulo), em Bauru, e da Secretaria de Saúde do Estado do Maranhão. As conclusões foram divulgadas durante o 13º Congresso Paulista de Cirurgia Bucomaxilofacial, que aconteceu entre os dias 20 e 22 de outubro, em Sorocaba.

Os pesquisadores registraram que as mães de três bebês que contraíram o vírus não possuem histórico familiar, o que indica a relação entre zika e fissura labial. A pesquisa levantou a hipótese de que o vírus zika tenha modificado a forma de proliferação das células nos tecidos faciais, entre elas, as neurais primitivas. São elas as responsáveis pela formação da face do bebê.

Acompanhamento médico

O estudo divulgado pelos pesquisadores aponta que a formação dos lábios e palato no bebê acontece entre a 6ª a 8ª semana de gestação. Caso a mulher contraia o vírus zika antes do terceiro mês de gravidez, há possibilidade de se desenvolver anomalias na face. A importância da gravidez planejada se torna maior, diante do fato da mulher ter um acompanhamento médico que identifique o crescimento do embrião e alerte sobre os cuidados sobre as doenças causadas por vetores, através da picada de mosquitos.

Vírus Zika

O zika foi registrado a primeira vez em 1947. O primeiro surto da doença foi registrada na Micronésia, em 2007. No Brasil, o surto do vírus foi registrado em 2015, sendo relacionado a infecção do vírus com a síndrome de Guillain-Barré e a microcefalia. Os sintomas da doença são febre, dores musculares e nas articulações, mal-estar, dor de cabeça e manchas no corpo.

Fissura Labial

A junção inadequada dos dois lados da face ocasiona a separação do lábio superior, o que é chamado de fissura labial. Isto acontece quando o bebê está no útero da mãe. No Brasil, há um caso de fissura a cada 550 nascimentos. A fissura labial dificulta a fala, respiração e alimentação da criança. A correção do problema é através de um trabalho médico multidisciplinar, com otorrinolaringologista, cirurgião-dentista, ortodontista, cirurgião plástico e cirurgião bucomaxilo-facial.

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